terça-feira, 27 de julho de 2010

Errar é relativo.

Analisando minha vida até agora, posso dizer que o tempo passado é relativamente curto (menos de duas décadas) e que o número de besteiras que já fiz é relativamente grande. Por que relativamente? Porque em comparação a vida de muitas das pessoas que conheço e já conheci, as minhas estatísticas não tem dados muito comuns.
Faz pouco tempo que eu realmente entendi o que significa aprender com os erros, e foi então que eu percebi que "os erros" se diferem em pequenos detalhes, mas que por trás de tudo, a origem do seu mais novo arrependimento é sempre a mesma.
Na verdade, a palavra "erro" não é melhor a ser usada. Certa vez me disseram: "Não existe certo ou errado, existe a escolha que você faz." Eu acho uma frase muito válida e inegavelmente verdadeira, afinal de contas é você que decide se vai se arrepender pelos seus atos ou não.
Eu já me arrependi muitas vezes perante minha pouca idade, e espero que esta vez recente tenha sido a última. Cada um é capaz de identificar o que nos leva a fazer coisas das quais nos arrependemos e tirar isso das nossas vidas. Dependendo do caso é um processo árduo, e sempre que possível nada fácil e deveras cruel, porém, é sempre bom lembrar que o sofrimento, assim como nossas escolhas, é opcional.
Mudanças são necessárias para melhorar a vida em todos os seus aspectos, e somos nós quem decidimos como e quando essas mudanças começam e terminam.
"A gente muda o mundo na mudança da mente, e quando a gente muda a gente anda pra frente" Gabriel O Pensador 

terça-feira, 29 de junho de 2010

"Question, for understanding!"

Existe uma frase, não me lembro de quem, que diz: "Posso não ter todas as respostas, mas posso fazer todas as perguntas."
Realmente, dependendo das suas perguntas dificilmente você vai obter alguma resposta... Mas repito, DEPENDENDO DAS SUAS PERGUNTAS.
Que tipo de pergunta você faz? Que tipo de pergunta você SE faz? 
Quais livros você lê, quais filmes você vê, que jornal você acompanha, você acompanha algum jornal?
Que roupas você veste, que roupas você quer vestir, pra onde você vai, com quem você anda, com quem você gostaria de andar, que pessoas você evita, que pessoas você quer evitar mas não consegue?
Você já foi ao teatro, à praia, ao campo? Você fala mais de um idioma? Você fala o seu idioma natal?
Você segue uma religião, uma ceita... Deus tem algum crédito pra você? Deus tem algum nome pra você?
Etc. etc... São infinitas perguntas no curso da vida, mas a principal é: Por que?
Independente do que você faça. Por que você faz?
Tantos já se perguntaram "Qual é o sentido da vida?" mas poucos entenderam que a vida tem o sentido que você dá pra ela.


  

terça-feira, 1 de junho de 2010

A neurose de todo dia...

Diante dos vários sentimentos comuns da vida, eu sempre tive muito medo. Acho impossível alguém não ter medo de qualquer coisa, digo, de coisas importantes.
Medo de mudar, de crescer, de julgar o certo e o errado... É terrível a maneira como você se prende ao inútil, ao imutável, por sentir medo!
Confesso ser um tanto hipócrita da minha parte, pois como já disse, eu sou medrosa e não sirvo de muito exemplo... Mas no mínimo eu desejo mudar isso! Acho um desperdício de vida quem se acomoda nas próprias frustrações e esquece do resto do Mundo.
Ninguém deve se sentir preso ou incapaz. Muito pelo contrário. Todos precisam ter objetivos, planos e principalmente vontades, os famosos sonhos!

Eu não quero uma vida sem graça e igual, eu não quero crescer e apenas sobreviver. Eu quero continuar sentindo o desejo, a aventura... é desse tipo de coisa que eu preciso! Eu não quero um mundo simples, um mundo máquina!
Eu quero gostar das pessoas e quero que as pessoas gostem de mim, eu quero criar vínculos, quero ter intimidade, quero confiança! Não quero um monte de gente mesquinha e intrometida tentando controlar minha vida e não quero controlar a vida de ninguém. 
As pessoas devem ser e fazer o que elas querem, o que elas gostam, o que é saudável para suas respectivas vidas. Isso é tão óbvio, é impossível de entender como a maioria não vê isso.

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Menos.

Detesto exagero. Infelizmente o Mundo está se tornando um exagero. Na verdade, acho que ele é um exagero desde o surgimento da humanidade, mas está piorando cada vez mais.
As pessoas não tem mais temperança, não tem mais equilíbrio, tudo é exagerado!
O Amor vira obsessão, a proteção vira prisão, a simplicidade ou é fútil ou desinteressada... Parece que as coisas perderam sua definição natural.

Acredito que se todas as pessoas pensassem com clareza antes de qualquer ação e encontrassem um ponto de concordância, um equilíbrio mental, tudo se resolveria aos poucos. Em qualquer aspecto das nossas vidas!

Faça um teste: pegue qualquer notícia que você encontrar, (menos as que envolvem fenômenos como vulcanismo ou furacões, aí já não nos cabe dizer) considere todos os detalhes e vá até o fundo, até a raiz do problema. Duvido que o princípio da polêmica não tenha sido culpa de um exagero individual ou mútuo.

segunda-feira, 3 de maio de 2010

Contraditoriedades do Amor.

Acho que as pessoas só deviam se apaixonar quando suas vidas já estivessem quase que completamente resolvidas. Deveria ser mais uma regra que acompanha a maioridade, mas não como a bebida ou filmes pornô, que todo mundo burla facilmente, e sim como o direito/obrigação a voto, que não tem como transgredir e convenhamos, ninguém está ansioso pra isso.
Claro, o Amor é maravilhoso, mas estar apaixonado acarreta pequenas coisas (que eu não gosto de chamar de problemas) que complicam sua vida jovem. E pra maioria delas você não está preparado. “Oras, mas é pra isso que o Amor serve, para ajudar a amadurecer.” –  beleza, mas entre tantas coisas no Mundo que te ajudam a amadurecer, pra que usar o método traiçoeiro que é se apaixonar? Você tem família, amigos, dinheiro, escola/trabalho, tudo isso te faz ir pra frente, te faz enxergar coisas novas, tudo isso tem Amor! Mas nãããão, você TEM que se apaixonar, você tem que provar do doce e do amargo e com o passar do tempo concluir que essa não pode ser sua prioridade no seu mundo jovem, que infelizmente você não pode viver daquilo, e que infelizmente sua mãe estava certa ao dizer “você é muito novinho”. É terrível concluir que não é um conto de fadas.

...Conclusão contraditória: É nesse exato momento, quando você se dá conta de todos os prós e contras, que você obrigatoriamente manda (com o perdão da palavra) TUDO se foder e vai viver a sua vida da melhor forma possível, porque por mais amargo que as coisas pareçam ficar, é você quem decide o que é melhor. E não espere ter certeza de nada, só faça o que te faz bem e pronto, pois nossa única certeza é a morte. E eu espero que ela demore para todas as pessoas que ainda tem algo pra resolver, mas principalmente, para aquelas que ainda não se apaixonaram.