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quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Saudades e Compreensão.

Nesse comecinho de ano eu estou com muitos planos. Na verdade eu os tenho há muito tempo já, mas agora que a possível realização está mais próxima minha ansiedade está maior. O plano principal é sair dessa cidade pela simples necessidade de evolução, necessidade de alcançar meus objetivos que por enquanto não estão por aqui. Eu ainda não estou certa de para onde irei, mas não será um lugar único por muito tempo, acho que por ter morado por dezoito anos no mesmo lugar (não apenas a cidade, mas também a casa) desenvolvi uma vontade nômade de estar em vários lugares diferentes.
Obviamente estou muito empolgada pois como já disse, espero por isso há tempos. Contudo, percebi que sentirei mais falta de certas coisas do que pensei que sentiria.
Cada vez que se conhece uma pessoa nova, conhece-se um pouco mais de si mesmo, daí vem o julgamento de gostar ou não daquele por enquanto desconhecido. Eu por exemplo tenho gostos muito peculiares, o que gera ações peculiares o que pode não aprazer muitas pessoas, isso fez com que durante esses anos poucas pessoas se tornassem fixas pra mim, em presença física ou apenas na lembrança. Num livro que não gosto muito tem a seguinte frase: "Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas" - é uma frase extremamente válida na minha opinião, e por causa dela que me veio aquela dorzinha no peito ao perceber que vou ter que me distanciar daquilo que cativei com muito custo. 
Claro que contatos serão mantidos e pensamentos e sentimentos preservados, mas a distância física sempre é dolorida devido a impossibilidade de espontaneidade e ações imediatas, como por exemplo ler alguma coisa saudosa e não poder comentar com a pessoa querida naquele exato momento.
O meu saudosismo será daqueles que sabem o que gritar CONGA significa, daqueles que podem dissertar "O Rei Leão" a qualquer momento, dos que incluem o meu dialeto tão particular em suas frases (Kizanzy ange titi!), dos que me reconhecem pelas minhas inúmeras estranhezas mesmo sem saber o que elas significam (o que é ser um Balde pra você?), dos que entendem as parafrases dos vários filmes, desenhos e livros que conheço, dos que cantam loucamente as músicas que foram feitas para serem cantadas em alto e bom tom e também daqueles que apreciam a beleza de certas palavras e entendem porque algumas delas devem ser gritadas por aí, gerando até algumas competições de qual delas seria melhor. São muitas coisas para serem citadas, mas estão todas aqui na minha memória não tão boa.
Eu nem sei se os meus planos vão se concretizar tão rapidamente, mas ao pensar em todos os meus queridos e na possibilidade do afastamento, eu quis escrever isso que já escrevi para lembrar que devemos cuidar do que amamos em qualquer situação, não importa o que aconteça.      

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Expectativas.

De forma bem generalizada, todo final de ano é um clichê. Deseja-se apagar o que foi ruim, relembrar o que foi bom e pedir o melhor possível para o próximo ano. Desejos bons, desejos difíceis.
Esse padrão sempre se encaixou muito bem na minha vida romanticamente idealizada, porém este final de ano está sendo um pouco diferente. Como minha imaginação é por vezes muito presunçosa, toma o controle e acaba fazendo alguma coisa errada, o que acaba com qualquer resolução positiva, por isso me esforcei nesses últimos meses de 2010 a sufocar meu romantismo latente e usar a cabeça.
Ao fazer isso, a primeira coisa que apago são as expectativas que o próximo ano vai ser melhor. Sim, é radical de minha parte mas explico-lhes o porque: expectativa é o ato de esperar muito de algo não garantido, e expectativas de fim de ano costumam ser exageradas. Um período inteiro pode ruir devido um desejo muito forte que se transforma em decepção. Esperar demais é um perigo, principalmente para aqueles que, como eu, possuem uma imaginação arrogante e prepotente que acha que pode dar conta de tudo e muitas vezes enxerga oportunidades onde não há.
O motivo de eu estar narrando todas essas minhas não-resoluções de Ano Novo é justamente uma tentativa de minar o perigo que as expectativas representam para muitas pessoas. Quando se espera demais, se faz de menos e se recebe de menos. Muita gente acha que pedidos feitos com muita fé são realizados de uma hora pra outra e não exercem nenhuma ação para fazer as coisas acontecerem. É como aquela velha história/piada do homem preso na enchente esperando Deus ir salvá-lo, muitos ignoram os sinais, as oportunidades concretas apenas esperando que algo melhor brote da terra e mude suas vidas sem que nada tenha sido construído com o passar do tempo.
Já disse aqui antes e digo novamente, sonhar é indispensável, ter esperança é indispensável, mas é preciso se mexer para que as coisas aconteçam! Ninguém chega a lugar nenhum só reclamando e choramingando pelos cantos sem tomar uma iniciativa decente para mudar o que for preciso.
Cada um tem uma mudança a fazer dentro de si, a minha atitude excessivamente realista nesses últimos meses foi o modo que encontrei para mudar aquilo que me incomodava e conseguir as coisas que desejo. O que não muda o fato de que continuarei sendo uma eterna defensora dos sonhos e romântica incorrigível. Com o tempo tudo vai se equilibrar.
Portanto, na hora de gritar feliz ano novo e fazer os desejos e superstições, vamos sim ser otimistas e ter pensamentos positivos, mas com a consciência de que nada acontece por acaso e que nós fazemos nossas próprias melhoras nesse e em todos os outros anos que estão por vir.    

Tenham todos uma ótima última semana de 2010 e um feliz começo de 2011!
(sempre que vou escrever 2011 escrevo 2001 primeiro...)

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Vestibular não é de Deus.

Essa semana eu prestei o meu último vestibular do ano. Espero que ano que vem eu não tenha que prestar nenhum outro pois eu espero já ter passado em algum dos milhares dos vestibulares para que prestei.
Desde que eu tinha meus 9 anos de idade fazer faculdade é um grande objetivo na minha vida. Lógico que antes disso, como qualquer criança standard, eu tinha meus sonhos de "O que você vai ser quando crescer?", mas ainda não associava isso ao fato de estudar feito um condenado e lutar com mais de mil pessoas por uma vaga em alguma universidade pública. Por minha irmã mais velha ser professora eu sempre tive acesso a informações relacionadas a qualidade da educação do país. Ela me disse que as universidades estaduais e/ou federais eram as melhores, principalmente as da região sudeste. Eu grudei aquela informação no meu cérebro e desde então corri por toda minha vida escolar desejando que o estágio "Entrar na Faculdade" chegasse logo.
Então, no começo desse ano, as minhas concepções mudaram. Ao notar todo o desespero e pressão pelo qual eu e meus colegas estávamos passando só por causa da idéia de fazer uma prova no final do ano, a minha ficha caiu. As pessoas acreditam que fazer uma faculdade é o que há de mais importante para acontecer na sua vida. Que se você perder um ano de sua existência pós-ensino médio em qualquer coisa que não seja uma faculdade, estarás arruinado. A sua família se descabela, você se descabela e o mundo começa a ruir.
Pois bem, fazer faculdade realmente é uma coisa importante. Facilita sua entrada no mercado de trabalho, te dá uma especialização na área que você pretende seguir dando uma idéia de garantia de futuro melhor e dinheiro no bolso. Mas veja bem, tudo é uma possibilidade, fazer faculdade não é sinônimo de futuro garantido e radiante. Nada pode te dar essa garantia.
Ao optar pelo Ensino Superior, tem que ter certeza do que se está fazendo e do que se quer fazer. São quatro anos ou mais de uma vida que podem se tornar um péssimo investimento se não planejados com muito cuidado. Ninguém deve ingressar numa universidade só porque a mãe quer ou porque não tem nada melhor para fazer. Se há dúvidas na cabeça, conheçamos o mundo! Novas pessoas, novos costumes! Procuremos nos conhecer melhor antes de dedicar nossa vida a algo de que não se tem certeza. 
O próprio sistema de ensino do país está errado. Houve a criação de cotas para afro-descendentes, para estudantes de escola pública, ENEM, tudo na tentativa de facilitar a entrada no Ensino Superior. Mas e quanto as melhorias para o Ensino Médio e Fundamental? Do que adianta dar descontos para os estudantes na última fase de suas vidas escolares se durante toda ela eles não tiveram acesso a uma educação decente? Como alguém pode estar hábil a decidir sua profissão se não obteve conhecimento suficiente?
O mundo tem muito a oferecer e o conhecimento é infinito, nunca se sabe o que pode atrair a atenção e que reviravoltas podem acontecer, e não é essa cobrança descabida por uma decisão que é tão particular que vai mudar alguma coisa nas escolhas que tomamos.


"Foi tão fácil conseguir, agora me pergunto e daí? Eu tenho uma porção de coisas grandes pra conquistar e eu não posso ficar aí parado."
                                           Raul Seixas 
  

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Tem alguém atrás da porta...

Paranóias são invasões do seu subconsciente tentanto te provar que vai acontecer algo que você não deseja. Infelizmente é impossível ter bom senso quando se está em um estado de paranóia, então, por mais absurdo que seja o possível acontecimento maligno, como por exemplo achar que sua mãe é um zumbi que vai devorar seu cérebro enquanto você dorme, somente uma prova absoluta pode te convencer do contrário.
Eu tenho muitas cismas paranóicas: medo de perseguições, enxergar mensagens subliminares onde não tem, criar teorias da conspiração diversas, etecetera etecetera.
Creio que esse é o lado maligno de uma imaginação fértil. Agradeço todos os dias pela minha extensa criatividade, mas ela veio com esse revés de bônus. Pena.
Ainda não tive sucesso, mas estou trabalhando numa cura pra isso. Há quem pesquise a solução para AIDS, para o câncer, eu travo uma batalha contra a paranóia, afinal é para o bem da humanidade. Quem quiser me ajudar nessa busca é mais do que bem vindo.


quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

"Desejo, necessidade vontade, necessidade desejo."

Em todos esses (poucos) anos nessa indústria vital, sempre desejei realizar coisas muito parecidas mas ao mesmo tempo diferentes. Realizações que exigem total dedicação e a escolha de um único caminho. É aí que encontro o meu problema.
Há aquela frase de um famigerado anônimo qualquer: se a vida te der limões, faça uma limonada. Mas e se a vida te der um limão, uma laranja, uma banana e uma maçã e dizer "Escolhe aí meu filho!", o que fazer? Há sempre a opção de fazer uma bela salada mista, mas a garantia de sucesso é pequena e por vezes arriscada. Então repito, o que fazer?
Infelizmente, na sociedade capitalista em que vivemos é necessário escolher um único plano de futuro para desenvolver, principalmente no quesito profissão. Estabilidade e especialização na área escolhida se tornaram exigências caso você queira seguir em frente com menos preocupações na cabeça e no bolso. Por exemplo: se o seu desejo é ser médico mas durante toda a sua vida você demonstrou talento não só para a medicina como também para as artes plásticas, qual seria escolhido como profissão e qual viraria hobbie? Um tanto óbvio, eu sei, mas é assim que acontece. Uma pessoa pode ter mais de um talento, mas é obrigado a escolher entre os dois se quiser ter sucesso em pelo menos um!
Em alguns casos é possível escolher duas atividades próximas e desenvolve-las simultaneamente, mas sempre é chegado o momento em que é preciso decidir em qual delas é mais possível trabalhar. Tudo em nome de menos estresse e mais tempo.
É aí que a maioria diz estar o grande problema, na falta de tempo. Eu discordo. Nós temos tempo suficiente para fazer tudo que desejamos, mas temos medo de desperdiçá-lo em algo que pode se mostrar ínfimo no futuro.   
Na minha visão, isso é realmente uma pena. Gostaria que todos pudéssemos fazer tudo que desejamos sem preocupações, mas isso é excesso de romantismo de minha parte. O mundo se faz de escolhas exigentes e realistas, fazer o que, não é? Me disseram que é pra formação de caráter. 

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

As Possíveis Agruras da Paixão e Fantasias do Amor.

Me chamou a atenção como, ultimamente, a necessidade de desvendar os mistérios dos relacionamentos aumentou. Nesse ano já li mais de duas matérias relativamente longas intituladas "Como Funciona o Amor?" ou algo do gênero. Notei também que as pessoas estão discutindo muito isso, questionando e julgando as razões para o início ou o término de um relacionamento. O que eu acho curioso é que a conclusão da maioria perante esse assunto: a amizade é a relação mais pura que pode haver entre duas pessoas. O amor entre dois amigos é "melhor".Foi então que tive um insight. Ao ler aquelas matérias de revistas e jornais e ao ouvir a opinião das pessoas sobre isso, conclui que raramente há um entendimento da diferença entre Amor e paixão.
A história clássica que ronda nossas cabeças é que um dia você vai se apaixonar por alguém, começar um relacionamento de amor verdadeiro e passado o tempo se casará e formará família. Final feliz mode on. Porém, a necessidade de que esse conto de fadas se realize acaba nos dando uma idéia completamente errada sobre a natureza dos relacionamentos humanos.
Primeiramente, não existe tal coisa como "Amor verdadeiro". Ou há Amor, ou não há. Nós somos livres para amar qualquer pessoa e não há diferença nenhuma entre o amor sentido pela sua mãe, seu amigo ou namorado(a). A diferença é estabelecida pela paixão.

A paixão, como qualquer outro sentimento, tem um motivo pra existir e infelizmente é finita. Há aquelas que duram mais, as que duram menos e as que não duram nada. Cada um sente e age de formas diferentes quando está apaixonado. Românticos, ciumentos, agressivos, passivos, efusivos, dramáticos, inúmeros perfis movidos pela força da paixão. Mas vide bem, da paixão, não do Amor.
O Amor é muito mais que um sentimento, não é possível classificá-lo ou dividi-lo, é uma força única e inigualável que move tudo e todos que conhecemos ou ainda vamos conhecer.
Essas formas estipuladas de relacionamentos, com nomes que tentam canalizar o que você sente são um erro. Qual a necessidade de estipular uma patente para a pessoa amada? Nada é necessário, não é preciso amar para ter um relacionamento e não é preciso um relacionamento para haver Amor. A grande felicidade de amar e de se apaixonar é a liberdade do sentimento. Mas a melhor parte é que ambos podem conviver em harmonia! Fantástico não? Poucos conseguem lidar com isso.
A chave para que essa combinação dê certo é o respeito mútuo. As vontades devem ser respeitadas e nada pode virar obrigação. Obrigar alguém a fazer qualquer coisa só traz resultados negativos.

E sobre aquele velho sonho Casamento de Conto de Fadas, encontrando-se alguém que tem desejos parecidos com os seus, com paciência e principalmente muita vontade, tudo é possível. Mas repito, paixão é finita, aquela sensação de borboletas no estômago não dura pra sempre. As coisas vão se transformando com o tempo, mas isso não precisa de jeito nenhum ser ruim. Muitos acham que quando o furor apaixonado acaba, tudo acaba. Mas existe tão mais que isso! A convivência, a confiança, a intimidade que pode existir entre duas pessoas é uma sensação maravilhosa! Pode parecer meio bobo, mas um grande exemplo disso na ficção: Friends, Mônica e Chandler. Pura verdade, eu juro!

Portanto, não vamos nos basear nessas pesquisas de teor científico que tentam nos dar um manual de instruções ou então nos ideais sedutores dos desenhos Disney. Vamos viver inspirados nas nossas próprias vidas! Nada é perfeito, nada é premeditado, nada é melhor.


Links das matérias que mencionei: 

Site How Stuff Works
http://pessoas.hsw.uol.com.br/amor.htm

Revista Super Interessante (ótima reportagem)
http://super.abril.com.br/ciencia/amor-566654.shtml



quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Indiferença.

Eu ia começar esse post descrevendo o que é a indiferença. Foi quando eu descobri que não sabia colocar uma descrição em palavras, por isso, recorri ao meu bom e velho amigo dicionário (dinossaurio para os íntimos).

In.di.fe.ren.ça sf. 1.Desinteresse. 2. Apático, insensível. 3. Que não é bom nem mau.

Como podem ver, tudo que descobri foram sinônimos. Mas sinônimos que podem me ajudar a desenvolver melhor esse ato que não consigo por em uma classificação nominal.

1. Desinteresse:
A ignorância eu sou capaz de entender, pois afinal de contas não se pode formar uma opinião sensata em cima de algo que se desconhece. Mas não consigo compreender a idéia de que após presenciar ou vivenciar determinada situação, possa-se anular qualquer reação.

2. Insensível:
Há pessoas que são mais racionais, que não se sentem emocionadas e por isso não expressam um sentimento, mas formulam um pensamento, levantam uma posição mesmo que intimamente.

3.Que não é bom nem é mau:
Soa como uma charada pra mim, não consigo definir uma resposta.

A indiferença a qual me refiro aqui não é sobre não ter uma religião ou não torcer para um time específico de futebol (exemplos do dicionário também), me refiro ao ato de conhecer algo ou alguém e não dar a mínima importância pra isso. Ou pior, conviver  com algo ou alguém e depois de passado o tempo, não demonstrar, sentir ou pensar mais nada. Como é possível apagar completamente algo que já existiu na sua vida?
Já disse aqui uma vez que a coisa que mais me incomoda é o exagero. Ser indiferente, no meu ponto de vista, é um exagero negativo. O extremo contrário daqueles que amam demais.
Portanto o que lhes digo é, se a indiferença não tomou conta de todos os cérebros, que os pensamentos e sentimentos sejam expressados,respeitados e, se possível, colocados em ação.


quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Cronograma Natural.

Há algum tempo estava conversando com alguns amigos sobre a disposição e função dos dias da semana na vida de cada pessoa. Dessa conversa conclui que todo mundo possui um pequeno cronograma que possibilita e/ou impossibilita ações peculiares do cotidiano. Ou seja, cada dia tem uma tendência, e muitas vezes há uma unanimidade quando se comparam os cronogramas.
O meu não falha nunca, cada dia tem uma função natural.

Domingo de Tédio: não entendo como doze horas (média de tempo que passo acordada no domingo) podem durar tanto e serem tão chatas e mal utilizadas.

Segunda do Desânimo: e da preguiça, e da lamentação, e de milhares de coisas pra fazer e não conseguir concluir nenhuma.

Terça do Trabalho: tudo que deveria ter sido feito na segunda mas o relógio biológico decidiu fazer só agora.

Quarta do Lazer: nada exorbitante. Um filme, um seriado, um livro, uma gordice.

Quinta do Amor: todas as coisas felizes que podem acontecer.

Sexta implícita: é só saber ler com malícia.

Sábado Vale Tudo: se há um dia em que você pode fazer o quiser, é este.



quarta-feira, 10 de novembro de 2010

"Cry Baby"

Eu sou uma pessoa que costuma chorar com muita facilidade. Qualquer situação que desperte uma emoção mais forte me faz romper em lágrimas. E quando eu digo uma emoção mais forte eu me refiro a qualquer emoção existente só que numa dose mais carregada.
Sinceramente lhes digo que não gosto muito dessa característica pois ela reforça uma idéia errada que muitas pessoas cultivam: chorar é para os fracos.
Estou me usando como exemplo aqui pois não há ninguém que eu conheça mais do que eu mesma, mas quero englobar todas as pessoas que são julgadas pela atividade de suas glândulas lacrimosas.
Parte considerável da população mundial faz um link direto entre emoção e fraqueza, emoção e imbecilidade. Eu não entendo muito bem essa linha de pensamento, mas meu palpite é que essa porcentagem de pessoas acredita que apenas aqueles totalmente racionais são capazes de fazer qualquer coisa de forma correta. Ou seja, se você chora assistindo "Titanic" você não pode se alistar nas Forças Armadas.
Demonstração de sentimentos não significa fraqueza, na verdade por vezes requer muita força. O importante é não exagerar, é necessário saber usar seu lado passional junto com o racional. Mesmo que um aflore mais que o outro, eles não podem se excluir.
Portanto, o que lhes digo é que existem pessoas que se emocionam facilmente, pessoas que se emocionam de forma esporádica, pessoas que raramente se emocionam, e existem pessoas que dizem não se emocionarem com nada. Essas últimas mentem.  

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Saudosismo litorâneo

No último feriado fiz uma viagem para a Ilha do Mel no Paraná. Lugar muito bonito, ótimo para parar um pouco com tudo e relaxar. Enquanto estava lá, andando pelo meio do mato (Lost feelings) e visualizando a paisagem maravilhosa, retomei um pensamento antigo: praia e saudosismo/nostalgia são sinônimos.
É um pensamento óbvio e até contestável, afinal em qualquer momento que você está relaxado certas lembranças surgem na sua cabeça causando o mesmo efeito nostálgico. Mas o que acontece na praia é diferente, a forma com que você se sente é maior do que qualquer saudade, é como reviver aqueles bons momentos passados ali enquanto você olha o mar.
A parte difícil é voltar pra realidade, deixar pra trás aquela sensação enriquecedora e retomar a vida de onde ela parou. Mas é necessário, senão todas as epifanias obtidas nesse break não vão servir de nada.
Penso que todo instante é um recomeço, uma oportunidade. Usar alguns desses instantes para aprender de novo com aquilo que você já viveu é uma dádiva.

"A gente só não inventa a dor
 A gente que enfrenta o mal
 Quando a gente fica em frente ao mar
 A gente se sente melhor."
                                     Nando Reis


quarta-feira, 27 de outubro de 2010

As meninas e... aquilo.

"Ou talvez não seja uma condenação ao sexo: só a recente liberdade sexual das mulheres. Enquanto a dupla moral favoreceu a libertinagem dos bons cavalheiros cristãos, tudo bem. Mas a liberdade sexual das mulheres, pior, das mães - este é o ponto! - é inadmissível. em mais de um debate público escutei o argumento de conservadores linha-dura, de que a mulher que faz sexo sem planejar filhos tem que aguentar as consequencias. Eis a face cruel da criminalização do aborto: trata-se de fazer, do filho, o castigo da mãe pecadora. Cai a máscara que escondia a repulsa ao sexo: não se está brigando em defesa da vida, ou da criança (que, em caso de fetos com malformações graves, não chegarão viver poucas semanas). A obrigação de levar a termo a gravidez indesejada não é mais que um modo de castigar a mulher que desnaturalizou o sexo, ao separar seu prazer sexual da missão de procriar."
Repulsa ao sexo. Maria Rita Kehl.
Penúltimo texto escrito pela psicanalista antes de ser demitida do jornal Estado de S.Paulo.


Mesmo o aborto sendo um tema interessantíssimo e neurose atual, principalmente nas bocas de petistas, psdebistas, lulistas, dilmistas, serristas e essa budega toda, não é essa polêmica que vou abordar.
Vou abordar outra polêmica fatídica, permanente (até presente data) e por vezes capciosa: sexo e mulheres.
A desigualdade de gêneros está presente em any ocasiões, mais nada denigre mais uma mulher do que a visão/opinião de sua vida sexual perante a sociedade infelizmente machista. Me refiro as denominações recebidas: ora mero pedaço de carne ( porque não dizer, por muitas vezes vagabunda), ora procriadora (Amélia).
 Já passou a hora de encararmos a sexualidade como uma coisa natural para todos. Da mesma forma que já passou a hora de adotarmos devidamente os métodos em prol da saúde sexual e também os que evitam a concepção indesejada. Paremos com essa ignorância!
Portanto, minhas queridas meninas, o que podemos fazer é tomarmos as rédeas da situação e ignorarmos essas convenções. Faremos a revolução das idéias através de atos simples e cotidianos. Se homens tem o direito de ter prazer, nós também temos!
O fato de sermos dotadas com o poder de gerar a vida não exclui o poder de tomarmos nossas próprias decisões sobre nossas vidas. Cuidemos de nós mesmas mulheres, mente corpo e alma.



Para quem quiser ler todo o texto de Maria Rita Kehl:





quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Pessoas peçonhentas.

Farei uma pergunta retórica que pode lhes parecer boba, mas farei mesmo assim: Por que as pessoas são ruins?
É uma pergunta retórica porque sei que ninguém me dará uma resposta plausível pra isso, pois nada justifica ser ruim!
Esqueçam aqueles Contos da Carochinha sobre a clássica luta entre bem e mal, estou me referindo à ruindade real, àquela com que nós convivemos todos os dias. Independe do lugar, idade, sexo, classe social, laços de sangue. Está em tudo.
Todos já passamos por humilhações e pré julgamentos e mesmo assim as pessoas continuam pisando umas nas outras, ofendendo, ridicularizando e por que? Pra se sentir melhor consigo mesmo? Pra provar que é melhor que os outros?
Pois bem, aí vai uma novidade: ninguém é melhor que ninguém. Se você acha que sua vida funciona bem do jeito que está, ótimo, fique feliz. Mas não se abale com a vida alheia, não perca seu tempo se preocupando com o que não lhe diz respeito. 
Cada ser é diferente e tem um valor único. Nós vivemos em comunidade pra que possamos ajudar uns aos outros, para crescer em conjunto. Se você não pode ou não quer colaborar com o crescimento de ninguém, não atrapalhe fazendo-se de superior.
Nós somos uma massa única. Defeitos e virtudes na mesma proporção. Sujeitos aos mesmos fracassos e sucessos.    

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Utopicamente falando...

Depois de quase um ano inteiro frequentando um curso pré-vestibular, hoje pela primeira vez eu compareci a aula de filosofia/sociologia. Por favor não me julguem, adoro o conteúdo mas infelizmente durante todo esse tempo as matérias de maior peso estavam precisando da minha dedicação.
Pois bem, o tema da aula era o que alguns historiadores chamam de "Fim das Utopias", referente aos modelos político-econômicos que nasceram no século XX mas não tiveram a repercussão desejada. Porém, mesmo sendo um assunto interessante (ao meu ver) não é sobre isso que quero falar. Quero falar sobre o conceito utopia.
Usando um sinônimo comum, utopia quer dizer sonho, indo mais fundo, sonho irrealizável. Eu sempre tive princípios muito utópicos e confesso-lhes que quebrei a cara inúmeras vezes por causa disso. Contudo, confesso-lhes também que preferi quebrar a cara todas essas vezes (e tenho consciência que isso é só o começo) do que me submeter à condições e costumes que não me fazem feliz.
O número de sonhadores das últimas 3 gerações (número de gerações que tenho maior contato simultâneo) é muito muito muito pequeno! As pessoas inventam obstáculos, se prendem à banalidades e se conformam com uma vida sem sonhos, sem paixão, sem vontade! A classificação "impossível" se tornou uma constante na boca do povo. Incrível que na hora de reclamar da vida todo mundo quer ter a palavra, mas na hora da mudança, da solução, pfff...
Não se pode dizer que algo é irrealizável se nunca foi tentado. Os caras dos modelos político-econômicos tentaram fazer suas partes e alguns tentam até hoje, pro azar deles não se deram muito bem, mas isso não quer dizer que todos que tiverem coragem de tentar algo novo e inusitado vão se dar mal.

domingo, 26 de setembro de 2010

No filme "P.S Eu Te Amo" a atriz Lisa Kudrow vive a personagem Denise. Abaixo está um diálogo muito interessante que ela tem com outro personagem, John:



[Denise está admirando um cara] 

D- Ooooh, ele é uma delícia, não é?! Eu poderia servir café naquele traseiro!


J- Você tem que ser tão vulgar com relação aos homens? como se els fossem pedaços de carne?


D- Me desculpe John. eu esqueci que você é sensível com relação ao seu traseiro murcho.

J- Sabe, Denise, é por isso que você não é casada. Mulheres agem como homens, depois reclamam que os homens não as querem.


D- Oh, é por isso? Porque eu pensei que fosse uma outra coisa. Pensei que era porque eu merecia o melhor e ele está lá fora. Só está com todas as mulheres erradas. E deixe-me ser clara. Por séculos, homens olharam meus peitos no lugar dos meus olhos e apertaram minha bunda no lugar da minha mão. Agora, eu tenho o direito divino de olhar o traseiro de um homem com barata e vulgar apreciação, se eu desejar fazê-lo.



Quem me dera que todas as mulheres pensassem assim!


sábado, 4 de setembro de 2010

Siga sem perguntas.

Todas as ciências se dedicam em desvendar os mistérios da existência. Eu me pergunto, por que?
Claro que não estou me referindo à todas as utilidades descobertas, essas se mostraram essenciais para nossa qualidade de vida. Me refiro a constante criação de teorias na tentativa de decifrar coisas que não precisam de explicação.
Foram desenvolvidos testes para provar que todos os sentimentos humanos são cadeias de reações químicas que ocorrem no cérebro provocados por algum estímulo instintivo. Animais com um pouco mais de inteligência, que não precisam se prender à sensações pelos simples motivo de ser um curso natural que resulta na morte.
Se tudo é tão mecânico, a unica coisa mais sensata a se fazer é esperar o dia da morte chegar. Seguir maquinalmente suas funções humanas até seu corpo pifar.
Isto, para mim, é a explanação do máximo da razão. E ao meu ver, todas as teorias sobre o comportamento humano só podem levar a essa conclusão.
Não precisamos de um manual de instruções para a viver. Não precisamos pensar no viver. Você não decide como fazer, você faz! Nós perdemos nosso tempo complicando tudo e pensando em como e porque as coisas acontecem, elas simplesmente acontecem de uma belíssima forma natural!
A razão existe para não deixar o corpo falhar, é um mecanismo de auto-proteção que deve ser bem cuidado, porque ele é guardião da verdadeira essência. Quem se afunda nos sentimentos perde o controle sobre o corpo. Quem perde o controle sobre o próprio corpo, perde tudo.
Não é necessário perder precioso tempo de vida se prendendo a pensamentos, tudo acontece ao seu tempo e nada é ruim, cada sensação é importante para o nosso crescimento. E como disse Shakespeare, tudo está bem quando acaba bem.Se não está tudo bem ainda, é porque ainda não acabou.

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

   Tenho aulas de literatura toda quarta-feira pela amanhã. Sempre faz de mim uma pessoa melhor.
O trecho a seguir é de um poema que li na última aula:

"...Fiz de mim o que não soube,
E o que podia fazer de mim não fiz.
O dominó que vesti era errado.
Conheceram-me logo por quem não era e não
                                    [desmenti, e perdi-me."  
                                  
"Tabacaria". Álvaro de Campos


   Este é o meu trecho favorito, mas o poema inteiro é muito bom e na minha humilde opinião. É incrívelmente pessimista e derrotista, e exatamente por esses motivos que ajuda a clarear um pouco as idéias quando as coisas não estão tão certas quanto se deseja.

   Aqui está o poema inteiro, pra quem se interessar: http://www.insite.com.br/art/pessoa/ficcoes/acampos/456.html






terça-feira, 31 de agosto de 2010

Com M maiúsculo.

Acredito que esta está sendo minha semana de exaltação feminina.
Hoje, gostaria de dividir uma opinião que tenho há muito tempo em relação com o lugar de todas as fêmeas no Mundo, principalmente a raça humana:

  • Todos os seres que possuem sexo determinado são divididos em cromossomos XX (feminino) e XY(masculino) - exceto as aves (ZZ e ZW) e as lombrigas(XX e XO). Portanto, mesmo indivíduos de sexo masculino possuem gametas femininos em seu DNA.
  • O Cristianismo, uma das religiões mais influentes no globo,prega a existência de Maria, uma virgem que foi consagrada ao dar à luz ao Messias, Jesus Cristo, razão da existência do Cristianismo. A religião também tem sua grande teoria do Pecado Original baseada num ato de Eva, considerada a primeira mulher. Isso causou a execração das mulheres por um longo período, porém ainda demonstra um grau de importância.(Simples explanação dos dogmas cristãos. Sem crítica ou apoio.)
  • Gregos e romanos personificam o Amor em uma deusa: Afrodite ou Vênus.
  • A raça humana depende de uma mulher viva para não entrar em extinção.
  • As mulheres são responsáveis pelo surgimento da prática da agricultura.
  • O "nome da Terra" é o nome de uma poderosa deusa grega: Gaya.
  • Uma colméia e um formigueiro só existem devido a abelha e a formiga rainha respectivamente.
  • O nome "Mãe Natureza" representa todas as forças naturais existentes. 
Há inúmeros exemplo mais grandiosos, mas agora vamos colocar de uma forma mais simples e social:
  • Homens se sentem atraídos por mulheres;
  • Homossexuais são homens que dividem a mesma opção sexual que as mulheres e que em sua esmagadora maioria possuem trejeitos femininos variados. São homossexuais também as mulheres que se sentem atraídas por outras mulheres;
  • Drag Queens, transformistas, travestis, etc. Todos apreciam se parecer com uma mulher;
  • Mulheres gostam de ser mulheres.
Resumindo: Meninos, somos todos igualmente importantes, mas nós meninas, garotas, mulheres, estamos em todo lugar. 

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Porque as mulheres amam comprar sapatos.

Muitas mulheres são criticadas e julgadas como fúteis por terem uma paixão avassaladora por itens fashion de consumo. Cada uma dessas mulheres tem um "vício" diferente: jóias ou bijouterias, perfumes, lingerie, mas ao meu ver, o item mais cobiçado continua sendo o par de sapatos.
Um par de sapatos é o perfeito limiar entre roupas e acessórios. Roupas são necessárias para o convívio na sociedade (tradução: andar pelado equivale a ser preso) e, entre as mulheres, comprá-las já se tornou uma prática um pouco mais comum. Quanto aos acessórios, creio que eles não representam toda a personalidade que a mulher deseja transmitir. O acessório é um detalhe, um tempero a mais, mas não a essência.
Aqui entram os sapatos. A partir do momento que o shoe designer termina sua obra no papel, o sapato ganha vida, ganha personalidade. Eles dizem tudo sem palavras, eles mostram o que a alma feminina deseja mostrar naquele momento. À isso eu atribuo o fato de existirem tantos gêneros, tipos, cores e tamanhos.


Porém, o consumo luxuriante de sapatos não é exatamente o que eu pretendo defender com essa dissertação. A minha defesa é para as mulheres que sofrem preconceito, as que são chamadas fúteis e desinteressadas por manterem essa ou qualquer outra válvula de escape. 
Indiferente de ser um hábito ou uma forma de comportamento, as mulheres devem se impor da sua maneira e devem conservar seus gostos e peculiaridades perante essa sociedade ainda machista. Gostar de fazer compras ou qualquer outra coisa do gênero não mostra o que você pensa ou com o que você se preocupa, e é por isso que é tão bom. Sapatos não te fazem trabalhar absurdamente por um salário melhor e merecido, não precisam que você decida quem será o melhor governante para o seu país, não precisam te fazer falsas promessas ou corresponder seus sentimentos. Certas coisas foram feitas para serem apreciadas por sua mera existência, não pra decidir quem você é.
Não sou à favor de alimentar vícios e fraquezas, espero ter deixado isso claro, só quero dizer que uma paixão não te define, apenas te distrai.








terça-feira, 24 de agosto de 2010

Desde antes do Mundo ser Mundo.

Tem horas que a vida vira de ponta cabeça e você não faz a mínima idéia de onde, quando ou que aconteceu?
Pois é, isso é normal. Não é só com você, não foi a primeira e nem vai ser a última vez. Essas reviravoltas acontecem, e acontecem por um motivo. Mas você já sabe disso, você é esperto.
Agora eu vou dizer uma coisa que talvez a maioria não saiba (pois eu fazia parte dessa maioria há algum tempo atrás) todas as mudanças, boas e ruins, que lhe acontecem são unicamente de sua responsabilidade.
Já ouviu falar em causa e consequência? "Crime e Castigo"? Pois bem, é a realidade que nos cerca!
Pode parecer esotérico demais para alguns, mas é a verdade nua e crua. Você só tem aquilo que você está disposto a oferecer. E quando eu digo oferecer eu me refiro à existência geral do Universo, não apenas às pessoas.
Então antes de julgar a sorte, o merecimento ou a injustiça, pense duas vezes (ou até mais), pois mesmo que a vida pareça descontrolada, ela não está, você que precisa de boas virtudes para se deslocar junto com ela.

terça-feira, 27 de julho de 2010

Errar é relativo.

Analisando minha vida até agora, posso dizer que o tempo passado é relativamente curto (menos de duas décadas) e que o número de besteiras que já fiz é relativamente grande. Por que relativamente? Porque em comparação a vida de muitas das pessoas que conheço e já conheci, as minhas estatísticas não tem dados muito comuns.
Faz pouco tempo que eu realmente entendi o que significa aprender com os erros, e foi então que eu percebi que "os erros" se diferem em pequenos detalhes, mas que por trás de tudo, a origem do seu mais novo arrependimento é sempre a mesma.
Na verdade, a palavra "erro" não é melhor a ser usada. Certa vez me disseram: "Não existe certo ou errado, existe a escolha que você faz." Eu acho uma frase muito válida e inegavelmente verdadeira, afinal de contas é você que decide se vai se arrepender pelos seus atos ou não.
Eu já me arrependi muitas vezes perante minha pouca idade, e espero que esta vez recente tenha sido a última. Cada um é capaz de identificar o que nos leva a fazer coisas das quais nos arrependemos e tirar isso das nossas vidas. Dependendo do caso é um processo árduo, e sempre que possível nada fácil e deveras cruel, porém, é sempre bom lembrar que o sofrimento, assim como nossas escolhas, é opcional.
Mudanças são necessárias para melhorar a vida em todos os seus aspectos, e somos nós quem decidimos como e quando essas mudanças começam e terminam.
"A gente muda o mundo na mudança da mente, e quando a gente muda a gente anda pra frente" Gabriel O Pensador